quinta-feira, 16 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
O BAHIA PERTENCE À SUA TORCIDA! #FORAMGF
Nós,
torcedores e sócios do Esporte Clube Bahia, somos o maior patrimônio
do Clube e exigimos respeito. As vozes de protesto contra a situação
vexatória que passa o Bahia se avolumam em todo o Brasil.
O
que nos orienta não é simplesmente um "fora Marcelo Guimarães
Filho", mas tudo aquilo que ele prometeu e não cumpriu: a
democratização do Bahia, a associação em massa da torcida e
transparência nas contas do clube. Queremos dar um basta neste
modelo ultrapassado de Gestão.
A
história das últimas décadas está para sempre marcada por fatos
vergonhosos: goleadas humilhantes sofridas tanto diante de times de
tradição como de outros sem nenhuma expressão; dez anos sem ganhar
um fraquíssimo Campeonato Baiano; cinco anos de rebaixamento para a
Série B; dois anos de rebaixamento para a Série C; retorno para a
série A sempre com campanhas medíocres, lutando pra não ser
degolado; contratação de caminhões de jogadores, na sua maioria
atletas em fim de carreira ou sem colocação em outros clubes da
Série A; falta de aproveitamento correto de jogadores da base;
negociações nebulosas de atletas de futuro; aumento das dívidas;
dilapidação do patrimônio; falta de transparência na prestação
de contas; ações de propaganda medíocres para o potencial do clube
e da torcida; falta de democracia na condução da vida do clube;
desestímulo à permanência dos sócios e à entrada de novos;
autoritarismo nas assembleias de sócios; funcionamento de um
Conselho Deliberativo ilegal e ilegítimo; estatuto obsoleto
substituído por outro antidemocrático, centralizador e restritivo.
Enfim,
um volume imenso de provas de incompetência, irresponsabilidade e
desrespeito que só mostram que esse modelo de gestão está falido.
E
é por isso que manifestamos aqui o que queremos e buscamos para o
ressurgimento do Bahia.
Precisamos
fazer uma faxina geral no Bahia, uma limpeza total, uma refundação,
uma reinauguração de uma Bahia vencedor, mobilizador, apaixonante
como a sua torcida e motivo de orgulho para ela. É preciso um novo
modelo de gestão: democrático, transparente e participativo.
Nossas
bandeiras são:
-
Destituição imediata do Presidente Marcelo Guimarães Filho e da
sua Diretoria;
-
Destituição dos Conselhos Deliberativo e Fiscal;
- Intervenção provisória para realização de auditoria de contas,
regularização da situação de adimplência dos sócios;
-
Criação de uma comissão que elabore um novo estatuto e convoque
eleições democráticas para Presidente e para os Conselhos
Deliberativo e Fiscal.
REVOLUÇÃO
TRICOLOR - ASSOCIAR PARA MUDAR!"
sexta-feira, 26 de abril de 2013
#ForaMGF!
O torcedor tricolor não suporta mais ver o Bahia sofrer tantas humilhações. Essa grande e apaixonada massa quer mais do que apoiar o time nas arquibancadas, e a cada dia isso fica mais claro.
A adesão dos torcedores é crescente, as manifestações são constantes.
A torcida tricolor quer ter voz e vez, e não apenas ser um mero expectador de uma diretoria incompetente e incapaz de levar o outrora glorioso Esporte Clube Bahia ao lugar que merece estar: entre os grandes clubes do futebol brasileiro.
Queremos um Bahia que faça mais do que lutar para não cair para a série B.
Exigimos um Bahia do tamanho da sua tradição e do amor da sua torcida.
Por isso, domingo (28/04) faremos mais uma manifestação na Arena Fonte Nova exigindo mudanças radicais e verdadeiras no Bahia. Participe também!
O movimento unificado já conta com o apoio da Associação Bahia Livre, Revolução Tricolor e DNA Tricolor, além das embaixadas independentes Bahêa de Guanabara – Rio de Janeiro (RJ), Vale do São Francisco Juazeiro-Petrolina (BA/PE), Serrinha (BA), Catu (BA), Filhote Tricolor - Belém (PA), Bahêa Sampa – São Paulo (SP), Bahêa de Brasília (DF), Manaus (AM), Bahêa POA – Porto Alegre (RS), Caju de Aço – Aracaju (SE), Campina de Aço – Campina Grande (PB), Frevo Tricolor – Recife e Olinda (PE), “Embaheaxada” Tricolor – Belém (PA), Conquista – Vitória da Conquista (BA), Costa do Cacau – Itabuna (BA), Onda Tricolor – Santo Antônio de Jesus (BA), Tricolor (MS), UFBA – Salvador (BA), Paraupebas (PA), Madrileña ( Madrid – Espanha) e Baheão de Dois – Fortaleza (CE).
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O BAHIA, OS COELHOS E O CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO
E eis que a atual direção do Bahia mais uma vez tira outro coelho da cartola, desrespeitando a torcida e emporcalhando ainda mais o seu currículo à frente do clube.
Durante a última assembleia de sócios, após rejeitar inúmeros pedidos de medidas que garantiriam um Bahia mais democrático, a diretoria aparentemente se dispôs a ceder para um único avanço: o de que todos os que comprassem o TOB, antigos e novos, tornassem-se equivalentes a sócios patrimoniais com o pagamento da mensalidade e sem ser preciso adquirir a joia do título.
Depois de muita demora, a direção passou por cima da decisão da assembleia e estabeleceu uma nova regra para o programa Torcedor Oficial do Bahia (TOB): isenção da joia com prazo para solicitação até junho desse ano e exclusiva para quem já fez o TOB anteriormente. Não foi isso que foi decidido na assembleia: não havia nenhum prazo para pedir a isenção da joia e isso não seria restrito a quem já fez o TOB.
Porém, junto com o anúncio das regras do TOB, veio o absurdo maior, mais um desestímulo ao sócio patrimonial: a mensalidade dobrou de R$40,00 para R$80,00 (segundo informações prestadas pelo clube ao site ecbahia.com). Lembramos que no início de 2011 a mensalidade já tinha aumentado outros 100% - de 20 para 40 reais. O Bahia deve ser o único clube do mundo em que a direção avisa que seu sócio pagará 100% de reajuste na mensalidade sem que o mesmo tenha direito a absolutamente nada, a não ser votar e ser votado. Afinal, a sede social deixou de existir e não há qualquer projeto de que venha a ser construída outra; o sócio não tem direito a ingressos para os jogos e nem sequer qualquer tipo de desconto. E coroando o absurdo, com esse reajuste constata-se que o sócio patrimonial pagará mais do que os novos optantes do TOB para não ter direito a nenhuma vantagem (os filiados ao programa têm direito, entre outras coisas, a ingressos para todos os jogos do Bahia em casa). Por isso perguntamos: para onde vai o nosso dinheiro? Qual o benefício que temos?
Quem vai fazer o TOB agora e desejar ser sócio do clube com estes termos terá de pagar 300 reais da joia e 150 reais mensais (70 do programa e 80 da taxa cobrada aos sócios patrimoniais). Isso é incentivar a associação?
O cinismo, a desfaçatez, o escracho e o desrespeito para com a torcida são para esconder as verdadeiras visões e objetivos do grupo dirigente. Mas estamos aqui é para expô-las: só enxergam o torcedor como mero consumidor alienado de produtos e jogos e querem excluir totalmente o sócio da participação na vida do clube, restringindo a condução dos destinos do clube nas mãos dos que detêm o poder econômico ou dos que os bajulam.
Vocês querem inviabilizar os sócios questionadores e que não são vacas de presépio? Até onde vocês irão? Pois nós vamos continuar sendo sócios do clube porque queremos mudá-lo para tudo que ele não é atualmente: democrático, participativo, transparente e conquistador. E nós vamos reverter esses absurdos um dia. Afinal, o Código de Trânsito Brasileiro prevê que dirigir na contramão em via de mão única é infração gravíssima. E a sociedade cada vez exige mais que os infratores sejam punidos. E vocês estão na contramão da história.
sábado, 19 de janeiro de 2013
DIRETAS???
Imaginem a seguinte situação.
Em um país regido por uma Constituição
antidemocrática, que contava com péssimos índices econômicos e sociais,
elege-se indiretamente um presidente jovem, prometendo ao povo mudanças reais
que viabilizem ser trilhado o caminho da modernidade e da democracia.
Uma das principais propostas dele é a
convocação de Assembleia Constituinte, composta por uma larga maioria de
partidários seus, com o fim de promulgar Constituição que simbolize a nova era
da nação por ele comandada.
Eis que após algum tempo é divulgada a
nova Constituição: seria estabelecida a eleição direta para presidente! Muitos
se emocionam com a notícia nas ruas e nas redes sociais.
Em contrapartida, a eleição do novo
parlamento se dará da seguinte forma: um grupo minoritário de cidadãos (a
enorme maioria não está apta a participar do sufrágio, ainda que queira, muito
menos a se candidatar) votará na composição completa de um partido político.
Caso este partido obtenha a maioria de
votos do grupo, ocupará todas as cadeiras do Congresso Nacional.
É como se a Câmara dos Deputados do
Brasil fosse integralmente ocupada por petistas. Ou apenas por tucanos.
Este é o parlamento que realizará a
primeira fase da eleição para presidente. E as diretas? Só depois (e olhe lá).
Seus membros realizarão uma votação inicial entre os inscritos, que devem ser
obrigatoriamente deputados daqueles tempos antigos, com no mínimo dois mandatos
completos.
Se dois deles ultrapassarem 1/3 dos
votos dos colegas, os cidadãos escolherão diretamente seu presidente entre
eles. Digamos entre Lula e Dilma. Ou entre Geraldo
Alckmin e José Serra.
Se, porém, apenas um deles ultrapassar
1/3 dos votos do parlamento de um partido só, o povo escolherá “diretamente”
votar no único candidato a presidência filtrado ou votar nulo.
Entenderam os termos?
Pronto. Foi assim que a Nação Tricolor
recebeu o “direito” de eleger seu presidente na noite da última terça-feira.
l O Conselho Deliberativo de hoje, composto
integralmente pelo grupo da diretoria, filtrará talvez dois candidatos entre
conselheiros com dois mandatos, talvez apenas um mesmo;
l Os sócios com direito a voto elegerão um dos dois ou
meramente referendarão o candidato com votação majoritária no Conselho, se
nenhum adversário tiver mais de 1/3 dos votos;
l O Conselho Deliberativo será eleito depois da
Diretoria (é o Conselho anterior que fará os filtros dos candidatos à
presidência); a sua eleição se dará em chapa integral (sem proporcionalidade) –
a corrente vencedora ocupará todas as cadeiras do órgão, sem oposição.
A proposta apresentada pela Diretoria
estranhamente foi diferente daquela apreciada pelo Conselho Deliberativo no ano
de 2009, descumprindo assim o anterior Estatuto do clube. O seu artigo 25
prescrevia a competência do Conselho Deliberativo para sugerir ou apreciar
proposta de alteração ou reforma do Estatuto, por decisão favorável de maioria
simples dos seus membros, encaminhando à Assembleia Geral para apreciação
final.
Estranho também o fato de a proposta da
diretoria não ter sido similar aos Estatutos do Grêmio e do Internacional, como
sempre falou o presidente Marcelo Filho na imprensa. Dentre outros itens, a
proposta não continha a eleição proporcional do Conselho, como acontece
naqueles dois clubes.
A Revolução Tricolor, por meio de seus
membros presentes na reunião da assembleia geral de sócios do clube, propôs:
l a eleição direta dos sócios para o cargo de
presidente, sem filtros ou com filtros mais brandos que os supracitados;
l renovação integral do Conselho (ou até parcial: de
metade dos seus membros), com eleição proporcional de cadeiras ao número de
votos recebidos pela Chapa, viabilizando a pluralidade no órgão e a
fiscalização;
l a eleição do Conselho antes dos filtros e da eleição
final da diretoria.
Tais propostas foram apresentadas
detalhadamente aos presentes na referida reunião. Solicitamos encarecidamente a
negociação, notadamente na questão da eleição proporcional do Conselho, mas a
diretoria do clube não cedeu e abriu para votação a sua proposta contra as
propostas da oposição. Como tinha a maioria no auditório, aprovou as
lamentáveis medidas descritas acima, que distanciam o clube da almejada
democratização.
A diretoria apenas cedeu na manutenção
da carência de 12 meses para o sócio ter direito a voto e de 36 meses para ser
votado. Na sua proposta, os prazos eram de 24 meses para voto e 60 meses para a
candidatura. Lembramos, porém, que os prazos finais apenas repetem o Estatuto
anterior, não significando avanços.
Por falar em sócios, faltou mais uma
vez aparecer a lista de adimplentes. Quem eram várias pessoas que não se viu em
outras assembleias? Sócios? Desde quando? Bastava a divulgação da lista,
conforme requerido ao clube pela Revolução Tricolor, e estas questões poderiam
ser respondidas.
Como ponto positivo, ficou a
equiparação do Torcedor Oficial do Bahia ao sócio patrimonial, definida como
item do Estatuto, pois foi votada pela Assembleia Geral reunida especialmente
para a reforma do documento. Esperamos que esta seja a nova porta de entrada de
sócios ao Esporte Clube Bahia e que não sejam criadas barreiras severas para a
consecução deste avanço.
Apesar do saldo terrível na “renovação”
do Estatuto do Clube, registramos que a condução da reunião se deu em termos
satisfatórios (ao contrário do que ocorreu em encontros anteriores), tendo sido
conferida a oportunidade de voz a todos que protocolaram suas propostas de
reforma estatutária. Lamentamos, porém, a pouca disponibilidade da Diretoria
para a negociação, que acabou tendo como consequência um Estatuto com
disposições que apenas indicam a manutenção de um projeto de poder.
A possibilidade de mudança segue a
mesma: ASSOCIAÇÃO. Quanto mais sócios houver, maiores as possibilidades de
fiscalização, de voz e da formação de uma chapa que não pertença ao grupo que
comanda o clube há décadas para concorrer ao Conselho Deliberativo.
Rogamos que os torcedores oficiais do
Bahia busquem exercer os seus direitos, se informem sobre as condições para
tanto, e ingressem na luta por um Bahia maior e mais democrático, com eleições
diretas de verdade!
ASSOCIAR PARA MUDAR!
SAUDAÇÕES TRICOLORES
terça-feira, 19 de junho de 2012
BAHIA: UMA FÁBRICA DE ABSURDOS QUE NUNCA PÁRA
Mais
uma vez voltamos a testemunhar a falta de transparência, falta de ética e de
respeito à história do Bahia por parte dessa administração que se estende há
mais de duas décadas. A desordem que suas ações provocam no clube, e que, mais
cedo ou mais tarde, acabam sempre por vir à tona, mostra explicitamente a
verdade: esses pseudo gestores do clube é que são os tumultuadores, os que não
prezam pelo bem do clube e os que não respeitam sequer o torcedor que queira
apenas torcer.
Afinal,
após ganharmos um Campeonato Baiano de nível abaixo do medíocre, passados
vergonhosos 10 anos, com as calças na mão, quando antes o fazíamos com um pé
nas costas, saltava aos olhos de qualquer um que ama o tricolor a necessidade de
reforços bons e para serem titulares incontestáveis. Mas a atual diretoria
resolveu ir a Munique, não se manifestar, depois dizer que o mercado estava
aquecido e que agora o mercado está sem ofertas. Enquanto isso, sobram
inexplicáveis, incontáveis e inacabáveis casos de atletas no Departamento
Médico, além das já famosas saídas por deficiência técnica de atletas antes
trazidos com pompa. E também um início de ciclo de vendas obscuras de atletas
da base, iniciado com Maranhão e agora tornado já escândalo com o loteamento de
Filipe.
A
teia de interrelações obscuras exposta na matéria sobre a venda de Filipe
parece roteiro de filme verdade sobre o submundo da máfia. De início, o valor
anunciado da venda e a rapidez na negociação já trazem o cheiro antigo e fétido
da falta de transparência nos negócios do nosso tricolor. Mas, como se não
bastasse isso para preocupar e estarrecer, entram em jogo (literalmente) uma
empresa intermediária nova, localizada no mesmo endereço do principal
patrocinador, cujo sócio principal é um policial civil, que se sabe ter estado
envolvido em dificuldades econômicas antes de ser “parceiro” do clube, que
responde a processos judiciais, que foi nomeado conselheiro do clube em troca
nebulosa antes da última eleição, que revela deter direitos de diversos jogadores
da base, que diz abiscoitar 20% das transações, que revela ter privilégios nas
negociações em função de ter bancado viagem de time da base à Itália, que informa
ter negociado Maranhão, que, que, que... Que se passa? Quantas continuações
terão desse filme tipo B? Que acordos nebulosos ainda existem? Quem são os
responsáveis por esse verdadeiro novelo sem fim? E, principalmente, o que tais
práticas trazem de benefício ao clube em termos de sua história, sua decência,
sua ética, seu presente em campo e seu futuro?
Será
que após testemunharmos todo esse emaranhado de ligações entre diversas áreas é
possível alguém ainda dizer que não há relação entre o que acontece no campo
com o time e o que acontece nos bastidores com o clube? Será que ainda se
consegue tapar o sol com a peneira que um time fraco em campo, com jogadores permanentemente
no departamento médico sem esclarecimento real dos problemas, com renovações de
contratos descabidas, sem contratação de jogadores de qualidade para as
posições carentes, sem aproveitamento e fortalecimento dos atletas da base nada
tem a ver com a transparência nas negociações e no destino do dinheiro
arrecadado, na democratização de um conselho verdadeiramente fiscalizador composto
por sócios interessados na vida do clube, no incentivo à filiação de novos
sócios e na adoção de um modo de administrar moderno e adequado à atual
realidade?
E
para os que acham que a oposição só se manifesta quando há problemas, lembramos
que a ação judicial movida pelo tricolor Jorge Maia foi movida no final do ano
de 2011, quando não havia nenhuma denúncia desta espécie. Lembramos que o
requerimento com sugestões de diretrizes e normas para as assembléias de sócios
foi entregue em tempos de bonança. E que o abaixo-assinado on line pela
convocação de assembléia para a prestação de contas de 2011 ocorreu antes de
qualquer crise. Mas acontece que o volume de absurdos e irresponsabilidades da
atual direção é mais veloz, constante e invasivo que qualquer ação no mundo
virtual. É em tempo super real.
Fazemos
a nossa parte. Falta ampliar a conscientização da torcida e ações concretas e
efetivas por parte das instâncias institucionais responsáveis pelas
investigações contra tais desmandos administrativos.
Chega
de tanto absurdo na condução do nosso clube. É preciso agir todos os que são
tricolores: torcida, sócios, autoridades responsáveis. É preciso resgatar o
Bahia desse vendaval sem fim de más notícias.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Sobre a intervenção do Bahia – desconstruindo alguns "mitos".
Diante dos últimos acontecimentos em relação ao Esporte Clube Bahia, mais especificamente em relação à intervenção decretada pela Justiça, achamos por bem vir a público fazer alguns esclarecimentos.
Inicialmente é importante dizer que a pessoas devem ter cuidado com certas informações que circulam pelas mídias sociais, rádios, sites, etc. Existem diversas pessoas e maus profissionais interessados em veicular notícias inverídicas com o único intuito de voltar os torcedores contra grupos e pessoas da oposição, que, em verdade, so querem ver o Clube regido por princípios e métodos democráticos, respeitando o torcedor, a lei e o estatuto do Clube.
Pois bem. Vamos desconstruir alguns “mitos” e argumentos fajutos que vem sendo insistentemente repetido por algumas pessoas.
1 – “Esse não era o momento pra uma intervenção.”
Em relação a esse argumento é necessário esclarecer duas coisas:
I – A ação na qual houve a sentença que determinou a intervenção no Bahia está tramitando desde de dezembro de 2011. Não foi proposta agora, em semana de BAVI.
II – Somente o Juiz pode decidir o momento de dar a sentença, nem o autor da ação nem o réu pode influenciar nessa decisão.
II – Somente o Juiz pode decidir o momento de dar a sentença, nem o autor da ação nem o réu pode influenciar nessa decisão.
Assim, cai o primeiro “mito” a respeito da intervenção.
2 – “O Bahia vai ficar sem comando.” “os contratos não terão mais validade” “não vai ter BAVI.”
Esses boatos são todos inverídicos.
O Bahia não vai ficar sem comando. Justamente para isso a Justiça nomeou um interventor. Uma pessoa que não faz parte de qualquer grupo, seja situação ou oposição, e quem tem como tarefa organizar o Bahia para os seus sócios.
Os contratos e tudo que foi feito antes dessa decisão tem plena validade, e isso aj foi esclarecido, inclusive, pelo vice-presidente jurídico do Bahia.
Os contratos e tudo que foi feito antes dessa decisão tem plena validade, e isso aj foi esclarecido, inclusive, pelo vice-presidente jurídico do Bahia.
Da mesma forma, vai ter BAVI, os jogadores continuam treinando, Falcão continua técnico e Angioni gestor... Funcionários podem e devem continuar exercendo suas tarefas normalmente!
3 – “Quando o Clube estava na séries B e C ninguém fez nada.”
Esse parece ser o pior e mais frágil dos “mitos”.
Essa luta por democracia no Bahia se arrasta há anos, talvez décadas. Desde o grupo “DEMOCRACIA TRICOLOR”, passando por diversos movimentos e grupos, tais como “CONSCIÊNCIA TRICOLOR” e, posteriormente, a “REVOLUÇÃO TRICOLOR”, é que se luta para mudar esses métodos escusos adotados pelos dirigentes do Bahia, ano após ano.
A RT, que foi criada em 2008 – quando o Clube estava na série B – fez diversas ações, dentro e fora dos estádios, sempre buscando a democracia no Clube.
Seguem alguns exemplos de ações promovidas pela RT:
Carreata em 2008:
Protesto em dia de Assembleia Geral em 2008:
Abaixo assinado “FORA RUY ACCIOLY” em 2009:
http://www.semprebahia.com/abaixo-assinado-contra-rui-accioly-vai-parar-no-stjd/
Protesto por eleições diretas e 2010:
http://www.semprebahia.com/abaixo-assinado-contra-rui-accioly-vai-parar-no-stjd/
Protesto por eleições diretas e 2010:
http://www.revolucaotricolor.com.br/2010/02/revolucao-tricolor-protesta-novamente.html
Passeatas, carreatas, protestos, petições, abaixo-assinado, faixas, panfletos...
Quem se lembra da conferência Gigante Tricolor, feita exclusivamente por grupos de oposição? O Bahia estava na série B...
Quem se lembra da conferência Gigante Tricolor, feita exclusivamente por grupos de oposição? O Bahia estava na série B...
Muita coisa foi feita pela oposição, mesmo com o Clube na série B, antes até de Marcelo Guimarães Filho ser cogitado para Presidência do Bahia.
Vale lembrar que Fernando Jorge Carneiro, integrante do Movimento Unidade Tricolor, foi candidato a Presidência em 2005 e 2008, quando o clube estava na série B.
A intervenção decretada pela Justiça é a comprovação de que existem diversas irregularidades no Bahia, principalmente no que diz respeito ao quadro de sócios e conselho deliberativo. É isso que precisa mudar!
Por fim, propomos algumas reflexões, para que as pessoas entendam quem realmente está precisando esclarecer fatos:
Se não há nada de errado no Bahia, porque os dirigentes se recusam a cumprir ordem judicial e fornecer a listagem com os sócios do Clube?
Se o conselho foi legitimamente eleito, porque não foi apresentado em Juízo os documentos que comprovam essa situação? Inclusive a lista de suplentes registrada em cartório...
Com isso, acho que caem por terra os principais “mitos” criados para confundir o torcedor.
Saudações Tricolores!
Saudações Tricolores!
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